Pressões indevidas para a escolha do QATAR para ser sede da Copa do Mundo de 2022

Pressões indevidas para a escolha do QATAR para ser sede da Copa do Mundo de 2022

 quatar

     Para o presidente da FIFA, Joseph Blatter,  o governo de Berlim fez pressões para a escolha do Qatar  para sediar a Copa do Mundo de 2022.

     Na sexta-feira última 22/11,, ao tentar afastar as críticas à escolha do Qatar para anfitrião da Copa do Mundo de 2022, depois da publicação de um relatório da Anistia Internacional que denunciou  que os trabalhadores envolvidos nas obras dos estádios daquele país (QATAR) são “tratados como animais”, o Presidente da FIFA,  Joseph Blatter, justificou a opção por aquele Emirado Árabe. Blatter adiantou que empresas européias, bem como a França e a Alemanha, fizeram pressão sobre a FIFA para que escolhesse o Qatar, por “interesse econômico”.

Blatter,  fez a seguinte afirmação:
“Os europeus estão descontentes, mas foi a pressão de países europeus que levou o Mundial ao Qatar, devido aos interesses econômicos. (…) Dois dos países que fizeram pressão foram a França e a Alemanha… os políticos e os chefes de Estado desses países devem dizer o que pensam sobre a situação. Não pode ficar tudo nos ombros da FIFA”,

   Ouvidos sobre esta séria acusação, a  Chanceler Alemã, Ângela Merkel e o Presidente honorário do Bayern Munique, Franz Beckenbauer, antiga estrela da seleção alemã e do Bayern de Munique e atual membro da Comissão Executiva da FIFA, através  do porta-voz do executivo de Berlim, Steffen Seibert negaram as afirmações de  Blatter, nos termos seguintes:

“Em nome da chanceler, posso dizer que em nenhum momento se recomendou a qualquer membro alemão da comissão executiva da FIFA para votar no Qatar.”,

“Não sei onde foi buscar semelhante coisa. Nem eu, nem nenhum dos meus colegas foi pressionado”, garantiu Beckenbauer, em declarações à cadeia de televisão britânica Sky.

 

 

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