“… Não temeremos, ainda que os montes se transportem para o meio dos mares…”

bolamense  “… Não temeremos, ainda que os montes se transportem para o meio dos mares; ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem por sua braveza, Deus está no meio de nós, não seremos abalados, Deus nos ajudará ao romper da manhã’ (Salmo 46.2-5).

“=>Do not fear, though the mountains be carried into the midst of the seas; though the waters thereof roar and be troubled, though the mountains shake with the swelling thereof, God is with us, we will not be shaken, God will help us to break morning ‘(Psalm 46.2-5).”

     O Bolamense vem de uma série de 3 vitórias consecutivas e, no último sábado dia 17.08, perdeu um único jogo, por 1 x 0 ao enfrentar o Paranoá, último classificado na competição. Com esse resultado perdemos, provisoriamente,  a liderança do campeonato, apesar de   o atual líder ter somente um ponto  mais que  nós.

   Muito se disse durante o final de semana sobre este resultado desfavorável que tivemos. Como sempre alguns plantonistas do contra, chegaram até mesmo a indicar um outro clube como vencedor do campeonato que, afinal, ainda faltam 4 rodadas para terminar.

    Conquistamos 10 pontos, empatamos um jogo e ganhamos três, enquanto os outros dois clubes que ocupam o primeiro e o segundo lugar provisoriamente, apenas conquistaram 11 pontos.

    O que nos orienta neste momento é exatamente  a suprema motivação que nos tem movido desde o início do campeonato: A fé no Deus  que não fracassa.

   Com efeito, deixamos de conquistar mais 3 pontos, aquilo que, na visão de muitos plantonistas do fracasso foi razão de lançar foguetes. Para nós que cremos no poder de Deus a derrota num jogo é um meio de fortalecer a nossa fé e passar a depender mais de Jesus Cristo que nos diz: ‘A minha graça te basta”. E isso  basta para podermos redimensionar e requacionar todas as dimensões que estão ainda diante de nós neste campeonato.

     Na semana passada o Esporte Candango, o site de maior expressão e credibilidade na área do esporte no DF, escreveu o seguinte: Quando aproximou o início da divisão de acesso do campeonato candango, e as equipes começaram a aparecer, ninguém cotaria, e nem cotou, o Bolamense como um dos favoritos a uma campanha de sucesso no torneio…”

          Isto é um dizer jornalístico objetivo a dizer somente a verdade. O Esporte Candango apontou algo que vai além da subjetivação. Ele disse tudo sobre o nosso  forte senso de valor próprio.

       Esse senso de valor derivava primeiro da nossa fé e depois do sentido da missão e do plano de metas que traçamos para este campeonato.

      Para quem sabe analisar o futebol de competição sistêmica e  de resultado, continua tudo igual no topo da classificação e nada de substancial mudou em relação ao alvo último deste certame.

      O encorajamento de Abigail dado a Davi   de que lhe cabia travar as batalhas do Senhor e não desperdiçar seu tempo e energia em busca de vingança por insultos pessoais, para que Davi não se desqualificasse para o grande ofício para o qual havia sido ungido, serve para não como uma teoria, mas um modo prático de viver e reagir diante das circunstâncias adversas  que nos podem  cercar a cada momento – ainda que a terra se mude, os montes de transportem de um lugar para outro e as águas do mar rugem -.

       Fizemos as mudanças que a circunstancia requer como inadiáveis. A execução das estratégias para a segunda metade do campeonato, teve seu inicio no domingo último. Os nosso jogadores,  a nova Comissão Técnica e a Diretoria do Clube,  sabem bem o que fazer e  como fazer.

      A fé, a  humildade e os pés no chão alicerçam as Grandes Opções do Plano que traçamos em busca da conquista do título e Deus que é fiel nos dará muito mais do que pedimos e esperamos!

     Um autor desconhecido escreveu o seguinte: “Enquanto a dúvida olha para baixo, a fé olha para o alto; enquanto a dúvida vê o perigo, a fé enxerga a segurança; enquanto a dúvida resvala na incredulidade, a fé se abriga no esconderijo do Altíssimo; enquanto a dúvida afunda no desespero, a fé se agiganta na esperança; enquanto a dúvida pergunta quem crê, a fé responde: eu creio’!

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