ESPORTE CANDANGO, O EXEMPLO DE MÍDIA PROBA, LIMPA, RESPONSÁVEL, OBJETIVA E NÃO ESPALHAFATOSA

ESPORTE CANDANGO, O EXEMPLO DE MÍDIA PROBA, LIMPA, RESPONSÁVEL, OBJETIVA E NÃO ESPALHAFATOSA

esporte candango

       Alguém disse na semana passada que nós diferimos     ataques à imprensa do DF. Respondemos dizendo que quem afirmou isso é agente especial da turma dos plantonistas da banalidade e do analfaletrismo.

       Estamos convencidos de que ao longo deste campeonato, assim como nos anteriores certames do Candangão, a mídia esportiva que lidera o ranking no Distrito Federal, O Esporte Candango, tem mostrado a razão por que ele assume esse espaço honroso.

       Efetivamente, o Esporte Candango entendeu, como poucos, que nestes tempos da pós modernidade, da  tecnologia e da  ética,  o sistema mundial da mídia, consiste em unidades privilegiadas  de  análises que, necessariamente, devem atender à lógica global daquilo que se toma como objeto para o respectivo  campo de atuação (o esporte, a economia, a política, a ciência, o meio ambiente, etc.). E assim,  para compreender a dialética, os princípios e os próprios fatos do dia a dia dessas unidades, três dimensões se afiguram como essenciais:

1. O conhecimento;

2.  As perspectivas de desenvolvimento;e

3.  A conseqüente  análise   dos fatos e/ou das  crises que eventualmente ocorrem nesse campo global,  como fator  fundamental.

      Determinadas mídias do futebol no DF, se limitam a escrever “coisas e loisas” sem fundamento e sem a mínima qualidade de análise, pensando elas que fazer jornalismo é sinônimo de falar mal de A ou B ou tornar suas informações em lixão, aonde cabe tudo que seja destituído de sentido axiológico.

      O Esporte Candango (com quem já me  divergi algumas vezes no pssado) vem   caminhando dentro do paradigma ético e da responsabilidade jornalística, principalmente,  para com o conteúdo da dignidade da pessoa humana que aqui ou ali sempre pode acabar sendo tocada pelas matérias que se publicam. E todos nós que operamos através da mídia web, devíamos seguir este exemplo do Esporte Candango: um jornalismo ético, sem espalhafatos, dentro de unidades privilegiados de  análises e que, criteriosamente, atende à lógica global do savoir fere  de todo um  conjunto real do contexto do futebol do DF, sem nunca perder de vista que toda e qualquer matéria que se publica mexe com pessoas, nomes, imagens e, até mesmo, com  famílias inteiras. O que passa destas vertentes, é analfabetismo, atrevimento irresponsável e agressão à imagem, ao nome e ao bom nome de pessoas, que na sua expressão jurídica categórica, são titulares de direito absoluto ao nome, o bom nome, à imagem e à  integridade moral.

     O Esporte Candango nos tem mostrado que escrever ou falar sobre o futebol, não é sinonímia do direito de caluniar, difamar, agredir imagens de pessoas envolvidas com o futebol. E, lembremo-nos aliás, que não existe direito de caluniar ou de difamar. Quem calunia ou difama outrem, simplesmente   se torna  um criminoso!

    Falar sobre o futebol é  respeitar toda um conjunto de  constelações de direitos absolutos coexistentes entre si  e prevalecentes num estado republicano, democrático e  de direito,  como o nosso.

     Bastas vezes até nos suscita pena ler certos conteúdos publicados nalguns sites do DF. Mas também percebemos que a confusão e a falta de consciência jurídica em torno da própria responsabilidade ética e jurídica acerca daquilo que  eles escrevem, os levam a cair numa outra confusão carateriológica, entre analisar o objeto e falar mal desse mesmo objeto.

   Sabemos que é necessário encontrar saída ou mudança estrutural, orgânica e funcional para futebol profissional do DF. Mas também estamos cientes de que esta necessidade e  dilema pré existencial do futuro e conseqüente ausência da novidade paradigmática,  não podem ser confundidos com a arte burra de  maldizer.  Aliás, a satisfação desta necessidade da  mudança é dialética, mas nem por isso ela pode ser alcançada através da subordinação da dignidade da pessoa humana, no seu conteúdo intrínseco, à um pseudo direito inexistente de maldizer pessoas, seus nomes e as  suas imagens. Até por que,  todas as vitórias reformistas em todos os sistemas mundiais, só ocorreram porque absorveram em seus princípios de luta  a dignidade da pessoa humana como fundamento das suas plataformas.

       Como ensina o meu antigo professor e amigo Boaventura Sousa Santos,  Catedrático da Universidade de Coimbra: “no processo de mudança devem ser mobilizados determinados campos com o fim de  fomentar valores sociais ativando códigos dicotômicos determinados para que cada estratégia possa contribuir, a seu modo, para a mudança social normal, sendo esta mudança concebida como um misto de repetição social e de melhoria social com grau de agregação passível de encontrar adesão axiológica em todos os seus  momentos e modos”

      Na esteira do caminho tecnológico pós moderno, é normal encontrarmos muita gente abrindo sites e blogs para ali verterem tudo o que não sabem e nada do que sabem, porque, aliás, nada sabem. A exclusão endógena dessa gente pelo próprio sistema, é  inexorável a par do princípio da negação da negação e  certamente, eles estarão, a breve trecho,  fora do processo evolutivo da web. O que importa agora,  é aprendermos todos com os exemplos da positivação axiologicamente relevantes, como os que o Esporte Candango tem seguido.

     O crescimento, o prestígio e  a adesão de visitantes/leitores, sabemo-lo bem, cuidará de premiar as mídias que trabalham com seriedade e em prol do desenvolvimento do futebol do DF, à semelhança do site Esporte Candango.

Parabéns Eduardo Castro!

Parabéns Esporte Candango!

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