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FFDF: DA TRANSIÇÃO ELEITORAL À TRANSFORMAÇÃO DE PARADIGMAS, TÉCNICOS, MORAIS E ÉTICOS DE GOVERNANÇA INSTITUCIONAL.

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FFDF: DA TRANSIÇÃO ELEITORAL À TRANSFORMAÇÃO DE PARADIGMAS, TÉCNICOS, MORAIS E ÉTICOS DE GOVERNANÇA INSTITUCIONAL.

         Desde 19 de agosto de 2015 à esta parte, a Federação de Futebol do DF se encontra num  complexo período de um ano e dois meses de  transição.

            Faltam apenas 39 (trinta e nove dias) para terminar a fase da transição. Dito de outra maneira, faltam apenas 39 dias para as eleições da nova Diretoria da FFDF para o quadriênio do  mandato 2016/2020.

           Como escrevemos já na nossa edição anterior, esta transição tem sido eficaz e consubstanciada por um processo  de superação e de obsoletização veloz  de paradigmas ruinosos herdados das gestões anteriores.

            Superação, na medida em que o caminhar para a modernidade imposta, cumpriu de pronto, o propósito histórico de enfrentar o caos obsoleto da desorganização outrora organizada, para agora transforma-lo  em cosmos reais e articulados de novos paradigmas técnicos, morais e éticos de governança da Federação.

             Observando, pelas frestas da janela desses fugazes 12 meses já  passados, não se pode deixar de reconhecer a ousadia desse propósito do novo Presidente da Federação, ERIVALDO ALVES PEREIRA, até mesmo porque, naqueles momentos iniciais, ERIVALDO não tinha sequer  um milímetro de “transito” na cúpula da CBF (Confederação Brasileira de Futebol),  ele não conhecia e nem era conhecido do Dr. Marco Polo Del Nero, Presidente do organismo supremo do Futebol Brasileiro. Da mesma sorte, “ou má aventurança”, ERIVALDO, também não desfrutava de nenhum relacionamento gracioso ou simpático nas escadarias do Palácio do Governo do Distrito Federal, sendo ele ERIVALDO, inclusive, pertencente à um partido político da oposição ao atual do Governo do Distrito Federal. Tudo isso, somado ao frenético e ameaçador  ranger dos dentes de alguns cartolas da oposição raivosa e  donos de votos de peso, no conjunto dos 24 clubes filiados.    

            O ponto máximo desse vasto e ousado propósito, se assentou na maximização do potencial da crença do ERIVALDO nas virtudes da verdade ou das verdades da democracia institucional, porque todos os programas dessa  mudança de paradigmas que o ERIVALDO quis realizar, ele os levou para serem julgados em debates tensos e guerreados pelo voto aberto do conjunto de todos os cartolas presidentes dos clubes filiados, em Sessões de Assembleias Gerais, nas quais só  houve vitória dos partidários da  mudança  à  cujo número  se juntou depois a maioria, para se configurar hoje essa vasta expressão de aprovação, porque badalou fundo, na consciência de cada um, a  muda voz do sino da sensatez daquela lógica apostólica de  uma das epístolas de S. Paulo que  afirma que “nada pode contra a verdade a não ser  a própria verdade”.

                  Do lado daquela minoria que acreditava e sempre acreditará  no programa da nova gestão ética, havia e há a coragem de se  devolver o poder democrático à Assembleia Geral dos clubes filiados para uma nova escolha democrática dos dirigentes da entidade para os próximos 4 anos.  

                Também do outro lado, nas hostes   da oposição, havia e há a vontade de se  encurtar esse período de transição para dar lugar à nova eleição, pelo sistema de voto aberto, para a composição da nova Diretoria da Federação.

             Esse louvável cruzamento de vontades foi, inclusive, consagrado no novo estatuto da Federação que impõe que, após a aprovação desse estatuto, a primeira eleição, realizar-se-á na primeira quinzena do mês de outubro de 2016.

               O sistema eleitoral consagrado no novo estatuto, ainda foi mais longe, no sentido de garantir,  à priori, a  maturidade da reflexão democrática do voto, por parte de cada um e de todos os  clubes eleitores ou presidentes de clubes filiados. Adotou o estatuto novo, aquilo que podemos chamar de primus inter pares do sistema de eleições primárias, através da permissão da legitimação máxima das candidaturas, pela subscrição simultânea de, no mínimo, 5 (cinco) clubes a favor de cada chapa candidata ou a favor de  cada candidato ao cargo de Presidente da entidade.

                 Com este sistema, se pretendeu e se garantiu que cada um dos dirigentes dos clubes filiados, possa, previamente, escolher aquele candidato que ele  considera o primeiro entre iguais pré candidatos, para transforma-lo em um dos 4    eventuais candidatos ao cargo de presidente da agremiação;  pois, afinal, são 24 eleitores  presidentes de clubes filiados;  pelo que, obtendo cada um deles 5 indicações, teríamos, então,  4 potenciais candidatos escolhidos como os primeiros entre os demais, na fase democrática primária, para serem candidatos à  Presidente da Federação na escolha definitiva pelas urnas.

              E quer isso dizer, portanto, que  é nulo o pedido de registro de qualquer chapa e/ou candidatura apresentado por clube ou clubes que já tenham assinado outra petição solicitando o registro de chapa anteriormente protocolada na Federação para essa mesma eleição. Ou seja, nenhum clube ou presidente de clube, pode, na fase de apresentação de candidaturas (fase da eleição primária), subscrever ao, mesmo tempo, duas chapas diferentes.

             Esta importante inovação traz maior responsabilidade e  maturidade na escolha do futuro presidente, ao lado daquela outra que estreita o direito de candidatura somente para os Presidentes dos Clubes filiados, excluindo, portanto desse universo, pessoas estranhas a congregação dos legítimos instituidores  da Federação.

                   Isto por que, além de não ser justo franquear o acesso ao cargo de liderança máxima do futebol profissional às pessoas que nele não militam, também a experiência já mostrou que, não raras vezes, tais indivíduos, invariavelmente, trazem a barganha financeira que desvirtua os votos,  além de uma certa tendência ditatorial que eles exercem depois de serem eleitos e  acabam usando a instituição como “agencia” para negócios ilícitos.

               Para esta futura eleição marcada para o dia primeiro de outubro 2016, surgiram aqueles acostumados desenhos e desfiles de candidatos a candidatos. Falou-se da candidatura, a candidato, do Dr. Miguel Peres do Gama, do Sandro Cipriano do Paranoá,  do Cléver Rafael 2º. Vice Presidente da Federação, e de mais dois ex Presidentes da Federação.

               Será que  um destes candidatos a candidatos ou todos eles conseguem se enquadrar dentro das exigências estatutárias para se viabilizarem como candidatos definitivos?

                 Para nós não é difícil fazer a  análise jurídica dessa viabilidade ou não.  Mas vamos deixar essa análise para a próxima matéria ou, então,  vamos aguardar as manifestações dos nossos leitores que poderão nos informar se desejam ou não, saber  se algum ou todos estes candidatos a candidatos têm aqueles requisitos que o novo estatuto da Federação exige para se ser candidato ao cargo de Presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal.

               E o atual Presidente, ERIVALDO ALVES PEREIRA, que fez todo esse grande e nobre trabalho durante um ano no cargo, é candidato à eleição de outubro?  

                  Bom, também não nos é difícil traçar a análise da juridicidade dessa eventual possibilidade do ERIVALDO ser candidato ou não. Apenas aguardamos as manifestações dos nossos mais de  201 mil  leitores, através do menu na aba  FALE CONOSCO

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