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Crise, a palavra mais pronunciada esta semana no Barça

Crise, a palavra mais pronunciada esta semana no Barça

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                     Certa feita, a rainha da Inglaterra disse  que a situação mais difícil de gerenciar, é aquela paz da falta de novidades ruins na Corte, fato que paradoxalmente, deixa os espalhafatosos nervosos ao ponto de encherem as manchetes com a  palavra crise.

                      Nas primeiras horas desta semana, a imprensa catalã, nervosamente, encheu as suas manchetes com noticias de um suposto problema de relacionamento entre o craque argentino Leonel  Messi e o técnico do Barcelona Luis Enrique. Hoje, terça-feira, 6/janeiro, o jornal Sport estampou na sua capa uma noticia sobre uma suposta “comissão de homens de boa vontade” composta por  outros três capitães do time do Barcelona – Xavi Hernández, Andrés Iniesta e Sergio Busquets – que  iriam  reunir-se com o capitão camisa 10  Messi, amanhã  quarta-feira,  para saberem, claramente, qual  é a crise que existe na relação entre o atacante e o treinador.

                      Vamos entender aqui uma única verdade, em meio a uma imensa movimentação da mídia em torno de uma crise para qual a imprensa não tem poupado palavras: – “Xavi Hernández, Andrés Iniesta e Sergio Busquets –   irão   reunir-se com o capitão camisa 10  Messi na quarta-feira para saberem claramente qual  é a crise na relação entre o atacante e o treinador.” 

                 Quer dizer, nem os outros três capitães do time do Barcelona – Xavi Hernández, Andrés Iniesta e Sergio Busquets- sabem qual, na verdade, é a crise e nem se ela existe entre o Messi e o treinador do Barça, Luíz Enrique.

                    Dito doutra maneira: para nós, isto é o que poderíamos  classificar de indolência relativamente absoluta de uma indolente crise institucional inexistente.

                    A anunciada “conversa particular” entre  Xavi Hernández, Andrés Iniesta,  Sergio Busquets  e Leonel Messi, na verdade, tem como objetivo a  intenção  de motivar Messi para que ele continue à vontade e volte a render para garantir novamente o título de melhor do mundo. Além disso, eles querem, em nome de toda a equipe do Barça, que o Messi  conte com o apoio de todos em relação a qualquer problema extra campo que o craque possa ter neste momento, porque na verdade, essa atitude deles,  é quase uma tradição no elenço do Barça,  onde os jogadores são solidários e amigos uns dos outros como se tratasse de uma verdadeira família.

                    E, por outro lado, sabe-se, que o único fato existente é que Leonel Messi, de vez em quando, sofre de gastrenterite que sempre que o afeta, impede a sua participação nos treinos.

                Aliás, o próprio Messi, falou sobre isso no Facebook, onde ele se justificou dizendo:

“Gostaria de estar no treinamento de Natal. Nunca faltei, mas estes contratempos não se podem controlar. Desejo que os sonhos de cada criança se tornem realidade. Um abraço” – concluiu o jogador.

                   Todavia,  não é de se  ignorar o fato de, no último domingo, o treinador Luís Enrique, deixou o Messi, Daniel Alves e o Neymar no banco de reservas na partida contra a Real Sociedad, que valia a liderança do Campeonato Espanhol, com uma atuação pouco inspirada em que  o Barça não conseguia chegar ao campo do  adversário com freqüência,   mostrando que sentia falta do Messi e  do Neymar, (mesmo com 80% de posse de bola na etapa inicial, os atacantes do Barça não conseguiam criar chances claras de gol). Messi entrou no decorrer do segundo tempo, assim como Neymar. No entanto, estes dois craques  não puderam evitar o tropeço  e o Barcelona terminou derrotado por 1 a 0.

                 E isso não traduz crise alguma, é  só aquela velha mania de alguns treinadores  que, quando a sorte os contempla, vira e mexe acham que são pai de santo e dono time, com poder  extra terrestre de provocar rebuliços estúpidos,  mexendo  no elenco como bem entendem, deixam os melhores jogadores no banco de reservas e, com isso, acabam prejudicando quem paga o salário deles – o torcedor e o clube- que acabam amargando com a derrota provocada unicamente pelo treinador.

                 Para grandes astros como o Messi, Neymar, Xavi Hernández, Andrés Iniesta,  Sergio Busquets  e  companhia, estes tropeços, não têm ingredientes nenhum de crise,  são  insignificantes diante da experiência e confiança que eles esbanjam dentro das quatro linhas. 

                 Como, numa conferência de imprensa hoje de manhã, bem disse o técnico do Real Madrid, Carlo Ancelotti, adversário direto do Barcelona: O que se passa lá, passa-se em todas as equipes em algum momento da temporada.”   

 

 

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