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A ESSÊNCIA DO FATOR FELICIDADE NO ESPORTE PÓS MODERNO.

A ESSENCIA DO FATOR FELICIDADE NO ESPORTE  PÓS MODERNO. 

Sem título

                  Milhões de dólares ou de euros, si por só,  não garantem vitórias ou sucessos no esporte. Isso  já é um dado indiscutível no esporte de alto rendimento desta  era pós moderna.

                 Ademais, ser muito rico, não significa ser vitorioso em qualquer atividade humana. Tem sempre um plus transcendente que impulsiona o verdadeiro esportista, independentemente do  quanto ele ganha. A  VERDADEIRA ATIVIDADE ESPORTIVA,  É ALGO QUE VEM DA ALMA  E QUE É CAPAZ DE DOMINAR O CORPO E O ESPIRITO DO VERDADEIRO AMANTE DO ESPORTE.

             José Mourinho aquele que é hoje reconhecido  mundialmente como o melhor senão um dos melhores técnicos do futebol do mundo, não disfarça essa inundação transcendental que justifica (sem necessitar de explicar) o regozijo pelo bom momento do seu clube Chelsea e do grupo de jogadores que ele tem à sua disposição em Stamford Bridge.


“Os resultados são bons, porque os jogadores estão felizes e eu sou um treinador feliz, porque essa felicidade leva a minha equipe  a jogar bem. Estou feliz também porque adoro os meus jogadores. É importante sentirmo-nos felizes com as pessoas que nos rodeiam, algo de que senti falta durante algum tempo.”
-realçou o gigante técnico português no final do jogo com o West Ham, que os blues venceram por 2-0.

                 Diríamos que, a força criativa que a felicidade traz no esporte, proporciona uma transcendência na criatividade espontânea do atleta. Não é só aquela  explicação insistente sobre a  consistência defensiva que caracteriza/constrói  o futebol moderno, ou garante o sucesso no esporte. É isso que o  Mourinho,  detalha e justifica da seguinte maneira:

“Somos muito melhor equipe quando temos a bola. Na época passada éramos muito fortes defensivamente e organizados, mas faltava-nos  a felicidade na criatividade. O desafio, esta época, era sentir essa felicidade na criatividade e na dinâmica do jogo, sem perder as qualidades defensivas. No início houve algum conflito de idéias, cometemos alguns erros defensivos e sentíamos dificuldades em não sofrer golos. Neste momento a equipe está equilibrada, porque se sente feliz e, por isso, sente-se confortável com e sem bola. Somos uma equipe muito feliz e  boa.”, -conclui  Mourinho.

              Este quadro de pensamento, logicamente, nada tem a ver com aquele atabalhoado discurso de “comprometimento” apelativo do Dunga.

              Essa conclusão inquestionável  do mestre e professor  Mourinho,  nos leva a reconhecer que ele chegou  à um certo grau de objetividade e de (re)conhecimento da reflexão  epistemológica acerca da metodologia e da técnica pós moderna do  futebol de altíssimo rendimento que um treinador  de altíssimo nível não pode deixar de ter.

 

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